Em 2021, o comércio varejista da Bahia deve deixar de faturar R$619 milhões por causa dos 11 feriados (nacionais e estadual) e 4 pontes (dia útil em que não se trabalha, intercalado entre um feriado e um fim de semana), de acordo com projeções da Fecomércio-BA. Tradicionalmente, é feita uma comparação de perdas em relação ao ano anterior. Todavia, 2020 foi completamente atípico em decorrência da pandemia – os feriados praticamente não existiram por conta do isolamento social.  
Segundo a Fecomércio-BA, o grupo que deve ter a maior perda é o das “Outras Atividades”, composto por venda de combustíveis para veículos, artigos esportivos, lojas de chocolates, entre outros.  Na sequência, vem os supermercados. Os outros prejuízos são das seguintes atividades: farmácias e perfumarias, móveis e decoração e vestuário e calçados. “A perda de faturamento se dá principalmente pela redução da compra por impulso”, nos disse Guilherme Dietze, consultor econômico da entidade.  

Programa de domingo  
A esperada reunião da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) será realiza neste domingo, a partir das 10h, com transmissão ao vivo, pelo Facebook e YouTube. Na ocasião, a entidade irá oferecer um veredicto que permitirá – ou não – o uso emergencial das vacinas…

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